As palavras de Sílvia
Ramalheira, coordenadora da secção, esclarecem os objetivos e conteúdo da
palestra: “Face ao elevadíssimo número de casos de homicídio em Portugal,
resultantes de situações de violência doméstica e, sendo que muitos casos
ocorrem em faixas etárias muito jovens, pareceu-nos extremamente pertinente a
abordagem deste tema.
Paralelamente, há dados que indicam que muitas vítimas, ainda que não cheguem ao extremo de serem assassinadas, vivem um quotidiano de medo e terror, fruto de uma relação com um agressor. Mostrar aos nossos alunos que este tipo de relações não são saudáveis e o perigo daí resultante, foi o objetivo principal desta iniciativa. Por outro lado, também foi abordada a prática de Bullying, questão extremamente pertinente no âmbito escolar. Foi possível identificar o tipo de comportamentos que o definem e o que fazer no caso de ser vítima. Acrescente-se ainda que a APAV desenvolve um trabalho de grande dimensão e importância no nosso país no que concerne ao apoio às vítimas desta e de outra natureza, pelo que dar a conhecer estas entidades que se podem tornar um ponto de apoio para quem necessite é também fundamental. Porque a nossa saúde mental é um bem que devemos preservar!”
Paralelamente, há dados que indicam que muitas vítimas, ainda que não cheguem ao extremo de serem assassinadas, vivem um quotidiano de medo e terror, fruto de uma relação com um agressor. Mostrar aos nossos alunos que este tipo de relações não são saudáveis e o perigo daí resultante, foi o objetivo principal desta iniciativa. Por outro lado, também foi abordada a prática de Bullying, questão extremamente pertinente no âmbito escolar. Foi possível identificar o tipo de comportamentos que o definem e o que fazer no caso de ser vítima. Acrescente-se ainda que a APAV desenvolve um trabalho de grande dimensão e importância no nosso país no que concerne ao apoio às vítimas desta e de outra natureza, pelo que dar a conhecer estas entidades que se podem tornar um ponto de apoio para quem necessite é também fundamental. Porque a nossa saúde mental é um bem que devemos preservar!”
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