Um churrasco horizontalmente articulado, que juntou alguns elementos do pessoal docente e não docente desta escola, foi o que aconteceu no espaço junto ao bar rústico da EPADRV, ao fim da tarde de sábado, 27 de Junho, logo a seguir às provas dos cavaleiros a concurso e antes do lindo espectáculo equestre, no âmbito do III Festival Equestre da nossa escola.

Ao apelo da “convocatória” afixada na sala de professores, responderam 20 elementos, poucos, mas bons!, divertidos e com vontade de comer. Todos ajudaram na decoração, todos trouxeram bebidas/alguma coisa para comer. A Dina, além do delicioso arroz-doce da mãe, trouxe música; a Elisabete, mulher de armas, apoderou-se da carne, pôs mãos-à-obra e… enquanto não grelhou tudo, não descansou…

Houve contratempos menores como o vento e a falta de pão, não é colega Carlos Lourenço? Mas o vento acalmou e depressa se foi comprar pão… quentinho!

Houve também alguns contratempos pessoais que não vou expor, mas que não impediram os envolvidos de virem dar o seu contributo de camaradagem e marcar a sua presença… pessoas de coragem…para elas, todo o nosso carinho e apoio incondicionais.

Esta actividade dinamizada por alguns elementos do Departamento de Línguas, foi um bom pretexto para motivar o pessoal a assistir ao espectáculo nocturno. Foram momentos de convívio saudável, no ambiente verdenvolvente que tão bem caracteriza o espaço da EPADRV.

Muito obrigada a todos os que tornaram possível este evento!

por Vitória Mouro,

representante do Dep. Línguas



Alguns (só mesmo alguns) apontamentos quase, quase em discurso de 1ª pessoa …

regulamento da FEP; condições de participação definidas pela organização; fair-play; competição; concorrentes; prova (de escolas – 40cm, pequena – 80cm, média – 1m, grande 1,10 ou 1,20); dificuldades progressivas com Joker; Joker (obstáculo opcional que vale 20 pontos se não derrubar, se tal acontecer, o cavaleiro perdia 20 pontos na sua pontuação final, nesta prova de 1,10); tempo ideal; ria de varas; controlar o cavalo; obstáculo; desmanchar/derrubar um obstáculo; penalização; chamadas de atenção formativas; indumentária (manga curta ou comprida; arregaçada, não!); mapa do júri; classificações; OE (ordem de entrada); NE (não entra); R (retira); mais de
três stickadas – acto de crueldade; comportamento agressivo; desobediência do cavalo – o cavalo recusa um obstáculo; barrage /desempate; prémio (roseta, medalha, troféu); cortesia; organização; tribuna; cronometrista; júri; director de pista; comissário de padock; pessoal de campo; patrocinadores; convidados que entregam os prémios…depois destes apontamentos muito informais… (para já)… ficam dois registos:

• muito, muito trabalho da parte da organização e de todos as pessoas destacadas para preparar e assegurar que nada falhasse neste evento;

nos três primeiros lugares das provas de escolas ficaram alunos que frequentam as aulas de equitação do centro hípico da EPADRV… parabéns!

por VM,
com a preciosa colaboração do júri, António Jordão, e da cavaleira Rita Mouro




Em jeito de parceria

As abelhas no recreio já iniciaram a sua árdua tarefa…

Na visita de Estudo da Escola profissional de Amarante…



Com objectivos bem definidos, foi com muito agrado que recebemos a Escola António do Lago Cerqueira, com uma turma do 12º ano do Curso: Qualidade e controlo alimentar.

Após uma viagem de duas horas os alunos mostraram-se muito interessados e cumpriram o plano da visita muito bem definido:

- Visitar o pólo de hortofloricultura da escola;

- Verificar as respectivas espécies cultivadas;

- Visitar o pólo de bovinos leiteiros;

- Verificar os métodos de ordenha de leite utilizados;

- Assistir à explicação acerca do pólo de apicultura;

- Verificar os processos de produção do mel;

- Visitar o pólo de agricultura biológica;

- Verificar as respectivas espécies cultivadas e os produtos deles produzidos;

Voltem sempre!



O Eco-Código é uma declaração de objectivos traduzidos em acções concretas que todos os membros da nossa escola devem seguir. TODOS: alunos, pessoal docente e não docente, visitantes, …

Este ano os temas base Eco-Escolas "Água”, “Resíduos”, “Energia”, "Alterações Climáticas" e/ou “Biodiversidade”.

Se gostas de andar vestido, ajuda a vestir quem não pode.

Dá a roupa que já não usas.

O óleo usado, na EPDRV deves entregar, para a AMI muitos ajudar!

Com tanta gente a fumar, o ecossistema estão a matar. Não ao tabaco!

Dos animais vamos cuidar, para as crianças os poderem visitar.

A Água, a Terra, o Ar, cada um tem a sua importância,

Não os destruas com a tua ignorância!

Placas solares e fotovoltaicas… energias renováveis, escolas mais saudáveis.

Não deixes que o lixo faça parte da tua vida

Dá uso aos eco-pontos. Eles também têm direitos.

Para deixar o mundo viver, há que saber Reduzir, Reciclar, Reutilizar.

Vamos investir na agricultura biológica para não prejudicar o nosso lençol friático.

Os Carvalhos fomos plantar, para a sua espécie preservar.

Se queres no mar da Vagueira mergulhar, a praia tens de limpar.

O Ambiente vamos preservar para com ele não desmoronar!








Perdoem-me por contar estas pequenas/grandes histórias, com um título tão importante como é o da “solidariedade”…

Foi dando seguimento ao nosso trabalho feito em conjunto com o nosso formador de Cidadania, o professor Arsénio Raposo, que fomos visitar, no dia 27 de Maio, a instituição de caridade “Obra da Criança”, em Ílhavo. Foi esta instituição que recebeu grande parte dos bens que a nossa turma conseguiu reunir, e foi com muito orgulho que vimos o sorriso daquelas crianças à nossa chegada.

Fomos recebidos por alguns dos responsáveis daquela instituição que, sem hesitar, nos explicaram o funcionamento das instalações, fazendo, ao mesmo tempo, uma visita guiada, mostrando com muito orgulho como foram as próprias crianças a pintar de fresco todas as paredes, dando assim um “ar mais jovem”, e divulgando os hábitos das mesmas.

Coincidência ou não, havia duas crianças que vestiam tee-shirts com frases que não pude deixar de fotografar – “…com um sorriso colorido” e “…especial”. As letras eram tão coloridas quanto aquilo que nos queriam transmitir. Aquelas crianças, apesar do motivo que fazia com que se encontravam ali, tinham um “sorriso” maravilhoso. O à-vontade com que nos contavam as suas histórias era “especial”…

Durante o lanche que partilhámos com elas, alguns colegas e o professor ainda tiveram tempo para alguns jogos e vimos crianças muito talentosas, com gosto pela música e pela dança. Não houve resmunguices, pois travaram-se ali amizades a um nível extraordinário entre aqueles que ali representam milhares nas mesmas situações. Chegámos a ver isso de bem perto com a chegada de mais uma menina, mesmo naquele dia… Foi recebida pelas colegas de quarto com beijinhos e abraços calorosos.

Não pudemos ficar muito tempo por lá, pois os meninos tinham os deveres para fazer.

Na verdade, partimos de lá com uma enorme satisfação, dado o sucesso que teve o nosso empenho. Foi um trabalho de equipa que todos nós ficamos com vontade de repetir, principalmente quando ouvimos, vindo da boca de uma das meninas: “Voltam brevemente, não voltam?”

Em meu nome pessoal, agradeço ao professor Arsénio por esta oportunidade que nos fez compreender melhor o sentimento de solidariedade. Se novas campanhas surgirem, não hesite em pedir ajuda, pois nós ajudamos.

Dina, Efa B3



No dia 5 de Junho 09, Dia Mundial do Ambiente, de mãos dadas com o Clube do Ambiente e com mais alguns que gostam de se deixar envolver por estas iniciativas, a EPADRV respirou um ambiente diferente.

Tudo começou no auditório da escola, onde compareceu uma pequena plateia maioritaria e simbolicamente vestida com uma t-shirt branca, correspondendo ao apelo do Clube, coordenado pela professora Dina Ribau. Ali, alguns professores e as turmas 10º TPA e EFA Operador Agrícola, assistiram ao vídeo “Ética Ambiental”, conversaram e reflectiram um pouco sobre a sua temática: as modificações que a Terra tem vindo a sofrer, em grande parte devido à nefasta acção, também auto-destrutiva, do Homem negligente e inconsciente, não se perspectivando um desfecho feliz, se não mudarmos a nossa atitude.

Uma vez que escrever poesia também pode ser uma forma de denunciar os atropelos contínuos que cometemos contra o Planeta e/ou apelar à adopção de comportamentos ambientalmente inteligentes, porque o tema proposto pelo Prémio Escolíadas de Poesia foi a importância do desenvolvimento ao serviço do bem-estar comum e para um mundo sustentável, ouvimos a declamação dos poemas apresentados internamente, pela voz das suas autoras, às quais foram entregues os prémios oferecidos pelo Conselho Executivo. Tânia Freitas (10ºAnimador Sociocultural), a vencedora, recebeu um livro interessante no âmbito da sua área de estudos, recomendado pela coordenadora de Curso; as restantes jovens poetisas, a Juliana Carvalhais, a Diana Santos (ambas do 10º AS) e a Vera Coutinho (10º TPA) receberam simbólicos, mas não menos úteis prémios. Todas tiveram ainda direito a um bonito certificado de participação.

Seguidamente, foram propostas duas actividades nas quais os presentes se integraram: a recolha de lixo na escola e a elaboração do nosso ECO-CÓDIGO.

Sobre a recolha de lixo, a foto, captada pelo nosso repórter fotográfico, o professor João Peixe, diz tudo: além da brigada de limpeza, podemos ver o produto da recolha, de entre o qual destacamos um antigo triciclo tristemente danificado..

FOTOPodemos concluir que há muito a fazer no sentido de corrigir mentalidades e educar a nossa comunidade escolar em particular e o cidadão comum em geral, pois continuamos a fazer muito lixo e continuamos a assistir de braços cruzados ao lixo por aí espalhado, pois a indiferença e o orgulho continuam a não nos deixar apanhar o papel do chão, mesmo que não tenhamos sido nós a pô-lo lá! Esta é, sem dúvida, uma tarefa morosa, árdua e sem visibilidade que não depende exclusivamente do Clube do Ambiente, que carece do despertar e da acção urgente de todos: alunos, professores e outros funcionários. Nesta área, a responsabilidade dos professores é acrescida, visto que, sendo uma referência para os seus alunos, tal como os pais, deverão sempre dar os melhores exemplos e deverão estar sempre e cada vez mais receptivos à abordagem e tratamento de temáticas transversais como esta, perfeitamente enquadráveis em qualquer currículo.

Em simultâneo, decorreu a criação do cartaz Eco-Código, pelos alunos do 10º TPA juntamente com a docente de Produção Agrícola, Elisabete Oliveira, utilizando algum do lixo recolhido e recorrendo a frases inspiradas na formação que receberam na aula de Português, com a professora Vitória Mouro. O referido Eco-Código reflecte um pouco do que a nossa escola tem vindo a fazer e deve continuar a pôr em prática no sentido de preservar o Meio Ambiente. Acabadinho de fazer, o cartaz foi, de imediato, inserido na bonita exposição organizada pela professora Maria João Venâncio, para divulgar os poemas do PEP (a nível interno) e para mostrar os criativos trabalhos realizados pelas alunas do 10º AS, juntamente com a sua professora de Animação Sociocutural, Dina Ribau.

Por último, realizou-se um simbólico cordão humano que, unido numa roda multicultural e multiracial, tão bem simbolizou a união de todos nós em prol da VIDA num Planeta Saudável.

Retomando o vídeo “Ética Ambiental”, que inaugurou este DIA ECOESCOLA, reproduzo a sua mensagem: “ainda estamos a tempo… basta mudarmos a nossa atitude”!

por Vitória Mouro