
No âmbito do Programa Eco-Escolas e Bandeira Azul, contando com o apoio do FAPAS (Fundo para a Protecção dos Animais Selvagens) e da Câmara Municipal de Vagos, no dia 16 de Fevereiro, decorreu uma actividade de Educação Ambiental, subordinada ao tema “Protecção dos Sistemas Dunares”. Nesta iniciativa, organizada pelo Núcleo do Ambiente do Colégio Nossa Senhora da Apresentação, participaram também o Agrupamento de Escuteiros da Ponte de Vagos e, claro está!, a nossa escola.
No Colégio de Calvão, assistimos a uma esclarecedora acção de formação, promovida pelo FAPAS, sobre os sistemas dunares e a sua protecção. Ficámos a saber que a presença das chamadas plantas exóticas ou infestantes, tais como as sobejamente conhecidas chorão (importado da África do Sul) e a acácia (originária do sudeste da Austrália), introduzidas pelo homem com o objectivo de fixar as dunas, tem vindo a descaracterizar a paisagem destas zonas, dificultando o desenvolvimento da flora nativa e afectando as espécies animais a ela associadas.
Então, percebemos que a nossa intervenção consistiria em arrancar chorão e plantar estorno, espécie autóctone, especialmente resistente ao vento, salinidade e soterramento.
De seguida, fomos para o terreno, a Praia do Areão, onde à nossa espera estavam o professor José Abreu e a sua máquina fotográfica, prontos para captar momentos de trabalho árduo sob um sol quase ardente. Ao alcance da objectiva, lá estávamos nós, as professoras Ana Martins, Dina Ribau, Susie Rocha, Vitória Mouro e os alunos Adriana Torres (A.C. 3), Hamilton Trindade (3ºTPA), Solange Ventura (2ºTurismo), juntamente com o grupo no qual fomos integrados, a arrancar o estorno, enquanto outros grupos arrancavam o chorão.
Vencida a primeira etapa, repusemos energias com a sandes oferecida pela Câmara Municipal de Vagos e, mal acabámos o almocito, retomámos o trabalho: plantar o estorno no espaço onde, há momentos atrás, morava o chorão. Alguns, incomodados com a visível sujidade da praia, não resistiram à tentação de ir apanhar o lixo que por ali se encontrava. Já a meio da tarde, apareceu o camião cisterna dos bombeiros de Vagos para regar a plantação.
Satisfeitos com a nossa participação, fica-nos a certeza de que eventos desta natureza são duplamente frutuosos, uma vez que, além de fomentarem as relações interpessoais no sentido da entreajuda, para um fim comum, contribuem para a promoção da nossa consciência ecológica, sobretudo a dos nossos jovens, através de estratégias de acção concretas no terreno.
por Vitória Mouro
No Colégio de Calvão, assistimos a uma esclarecedora acção de formação, promovida pelo FAPAS, sobre os sistemas dunares e a sua protecção. Ficámos a saber que a presença das chamadas plantas exóticas ou infestantes, tais como as sobejamente conhecidas chorão (importado da África do Sul) e a acácia (originária do sudeste da Austrália), introduzidas pelo homem com o objectivo de fixar as dunas, tem vindo a descaracterizar a paisagem destas zonas, dificultando o desenvolvimento da flora nativa e afectando as espécies animais a ela associadas.
Então, percebemos que a nossa intervenção consistiria em arrancar chorão e plantar estorno, espécie autóctone, especialmente resistente ao vento, salinidade e soterramento.
De seguida, fomos para o terreno, a Praia do Areão, onde à nossa espera estavam o professor José Abreu e a sua máquina fotográfica, prontos para captar momentos de trabalho árduo sob um sol quase ardente. Ao alcance da objectiva, lá estávamos nós, as professoras Ana Martins, Dina Ribau, Susie Rocha, Vitória Mouro e os alunos Adriana Torres (A.C. 3), Hamilton Trindade (3ºTPA), Solange Ventura (2ºTurismo), juntamente com o grupo no qual fomos integrados, a arrancar o estorno, enquanto outros grupos arrancavam o chorão.
Vencida a primeira etapa, repusemos energias com a sandes oferecida pela Câmara Municipal de Vagos e, mal acabámos o almocito, retomámos o trabalho: plantar o estorno no espaço onde, há momentos atrás, morava o chorão. Alguns, incomodados com a visível sujidade da praia, não resistiram à tentação de ir apanhar o lixo que por ali se encontrava. Já a meio da tarde, apareceu o camião cisterna dos bombeiros de Vagos para regar a plantação.
Satisfeitos com a nossa participação, fica-nos a certeza de que eventos desta natureza são duplamente frutuosos, uma vez que, além de fomentarem as relações interpessoais no sentido da entreajuda, para um fim comum, contribuem para a promoção da nossa consciência ecológica, sobretudo a dos nossos jovens, através de estratégias de acção concretas no terreno.
por Vitória Mouro
Sem comentários:
Enviar um comentário