Por Ilda Martinez
21 de fevereiro de 2008
Visita de Estudo
Por Ilda Martinez
19 de fevereiro de 2008
Reflorestação Dunar na Praia do Areão

No âmbito do Programa Eco-Escolas e Bandeira Azul, contando com o apoio do FAPAS (Fundo para a Protecção dos Animais Selvagens) e da Câmara Municipal de Vagos, no dia 16 de Fevereiro, decorreu uma actividade de Educação Ambiental, subordinada ao tema “Protecção dos Sistemas Dunares”. Nesta iniciativa, organizada pelo Núcleo do Ambiente do Colégio Nossa Senhora da Apresentação, participaram também o Agrupamento de Escuteiros da Ponte de Vagos e, claro está!, a nossa escola.
No Colégio de Calvão, assistimos a uma esclarecedora acção de formação, promovida pelo FAPAS, sobre os sistemas dunares e a sua protecção. Ficámos a saber que a presença das chamadas plantas exóticas ou infestantes, tais como as sobejamente conhecidas chorão (importado da África do Sul) e a acácia (originária do sudeste da Austrália), introduzidas pelo homem com o objectivo de fixar as dunas, tem vindo a descaracterizar a paisagem destas zonas, dificultando o desenvolvimento da flora nativa e afectando as espécies animais a ela associadas.
Então, percebemos que a nossa intervenção consistiria em arrancar chorão e plantar estorno, espécie autóctone, especialmente resistente ao vento, salinidade e soterramento.
De seguida, fomos para o terreno, a Praia do Areão, onde à nossa espera estavam o professor José Abreu e a sua máquina fotográfica, prontos para captar momentos de trabalho árduo sob um sol quase ardente. Ao alcance da objectiva, lá estávamos nós, as professoras Ana Martins, Dina Ribau, Susie Rocha, Vitória Mouro e os alunos Adriana Torres (A.C. 3), Hamilton Trindade (3ºTPA), Solange Ventura (2ºTurismo), juntamente com o grupo no qual fomos integrados, a arrancar o estorno, enquanto outros grupos arrancavam o chorão.
Vencida a primeira etapa, repusemos energias com a sandes oferecida pela Câmara Municipal de Vagos e, mal acabámos o almocito, retomámos o trabalho: plantar o estorno no espaço onde, há momentos atrás, morava o chorão. Alguns, incomodados com a visível sujidade da praia, não resistiram à tentação de ir apanhar o lixo que por ali se encontrava. Já a meio da tarde, apareceu o camião cisterna dos bombeiros de Vagos para regar a plantação.
Satisfeitos com a nossa participação, fica-nos a certeza de que eventos desta natureza são duplamente frutuosos, uma vez que, além de fomentarem as relações interpessoais no sentido da entreajuda, para um fim comum, contribuem para a promoção da nossa consciência ecológica, sobretudo a dos nossos jovens, através de estratégias de acção concretas no terreno.
por Vitória Mouro
No Colégio de Calvão, assistimos a uma esclarecedora acção de formação, promovida pelo FAPAS, sobre os sistemas dunares e a sua protecção. Ficámos a saber que a presença das chamadas plantas exóticas ou infestantes, tais como as sobejamente conhecidas chorão (importado da África do Sul) e a acácia (originária do sudeste da Austrália), introduzidas pelo homem com o objectivo de fixar as dunas, tem vindo a descaracterizar a paisagem destas zonas, dificultando o desenvolvimento da flora nativa e afectando as espécies animais a ela associadas.
Então, percebemos que a nossa intervenção consistiria em arrancar chorão e plantar estorno, espécie autóctone, especialmente resistente ao vento, salinidade e soterramento.
De seguida, fomos para o terreno, a Praia do Areão, onde à nossa espera estavam o professor José Abreu e a sua máquina fotográfica, prontos para captar momentos de trabalho árduo sob um sol quase ardente. Ao alcance da objectiva, lá estávamos nós, as professoras Ana Martins, Dina Ribau, Susie Rocha, Vitória Mouro e os alunos Adriana Torres (A.C. 3), Hamilton Trindade (3ºTPA), Solange Ventura (2ºTurismo), juntamente com o grupo no qual fomos integrados, a arrancar o estorno, enquanto outros grupos arrancavam o chorão.
Vencida a primeira etapa, repusemos energias com a sandes oferecida pela Câmara Municipal de Vagos e, mal acabámos o almocito, retomámos o trabalho: plantar o estorno no espaço onde, há momentos atrás, morava o chorão. Alguns, incomodados com a visível sujidade da praia, não resistiram à tentação de ir apanhar o lixo que por ali se encontrava. Já a meio da tarde, apareceu o camião cisterna dos bombeiros de Vagos para regar a plantação.
Satisfeitos com a nossa participação, fica-nos a certeza de que eventos desta natureza são duplamente frutuosos, uma vez que, além de fomentarem as relações interpessoais no sentido da entreajuda, para um fim comum, contribuem para a promoção da nossa consciência ecológica, sobretudo a dos nossos jovens, através de estratégias de acção concretas no terreno.
por Vitória Mouro
15 de fevereiro de 2008
Qualific@ - Feira de Educação, Formação, Juventude e Emprego
Desde ontem, quinta-feira, a EPADRV está presente na Qualific@, feira de educação, formação, juventude e emprego, a decorrer na EXPONOR e termina no próximo domingo, dia 17 de Fevereiro.
O nosso stand tem captado a atenção de numerosos visitantes, temos divulgado a oferta formativa da nossa escola e promovido alguns produtos da nossa loja.
O nosso stand tem captado a atenção de numerosos visitantes, temos divulgado a oferta formativa da nossa escola e promovido alguns produtos da nossa loja.
Está a ser um sucesso!
por Miguel Tomás
Visita de Estudo - Museu Marítimo de Ílhavo e Navio Museu Santo André
Data: 12 de Fevereiro de 2008
Participantes: 2º Turismo Ambiental e Rural e CEF de Assistente Comercial Tipo 3
No dia 12 de Fevereiro pelas nove horas, a turma do 2º ano de Turismo e o CEF de Assistente Comercial Tipo 3, partiram para uma Visita de Estudo ao Museu Marítimo de Ílhavo e Navio Museu Santo André. A actividade correu muito bem e possibilitou a todos os visitantes ficar a saber mais sobre a pesca do bacalhau nos mares da Terra Nova e da Gronelândia assim como das fainas agro-marítimas da ria.
12 de fevereiro de 2008
Engª Augusta conclui Mestrado
A EPADRV congratula-se por ter mais um docente com o grau de Mestre e reitera as felicitações à Eng. Augusta. Parabéns!
7 de fevereiro de 2008
La fête des crêpes
Les crêpes préparées et servies par les élèves du Cours de Restauration ont fait les délices de ceux qui ont eu le plaisir de les savourer au son de quelques chansons françaises.
Pour rendre cette initiative plus animée, les élèves de français du Cours d’Énergies Renouvelables ont préparé la divulgation de l’activité et ont aidé leurs camarades du 2ème TPA et du Cours de Restauration à faire les petits drapeaux français; la mère d’Alexandre Anastácio (Resto) a fait les décorations en papier crêpe. On a présenté quelques travaux des élèves sur le thème « Parcours Professionnels » et on a parlé du perce-neige, fleur associée à la Chandeleur, symbole d’espoir.
En France, à la Chandeleur, la fête des crêpes, chaque année, le 2 février, on croit que faire sauter la crêpe sans la laisser tomber à terre, assure la prospérité toute l’année.
por Vitória Mouro
31 de janeiro de 2008
Nasceu mais uma cria nas nossas instalações
Nasceu mais uma cria nas nossas instalações, desta vez foi VIDRADA, uma égua que tem 6 anos de idade e foi comprada com apenas um ano de vida. Foi a primeira lusitana a ser adquirida pela nossa escola. Com pelagem ruça, aprovada como reprodutora com 73,5 pontos, é filha de DITAL (OI) e de ORTIGA (FB), criação de Silvino dos Santos Barreto, sigla do criador (SBA) de Cadima, Cantanhede.
A cria é uma fêmea de pelagem ruça* filha do garanhão Lusitano, OFERTADA, criador Companhia das Lezirias (CL).
Genealogia no quadro seguinte:
A cria é uma fêmea de pelagem ruça* filha do garanhão Lusitano, OFERTADA, criador Companhia das Lezirias (CL).
Aparenta estar de boa saúde e como é nosso costume tivemos todos os cuidados relacionados com os recém nascidos.
Para mais informações sobre a genealogia dos pais podem consultar os seguintes site:
http://www.snc.pt/home.htm e digital o nome do cavalo e sigla do criador
ou
http://www.allbreedpedigree.com/vidrada
e
http://www.allbreedpedigree.com/ofertada
e também no site do centro hípico (em remodelação)
http://www.centrohipico.epadrv.edu.pt
Pedimos mais uma vez a sugestão de todos para lhe dar um nome que obedece às seguintes regras:
1º – Cada ano corresponde a uma letra e este ano temos a letra D;
2º – A inicial do pai de ser a primeira letra da segunda sílaba e o pai chama-se OFERTADA, portanto a letra O;
D......o......
Exemplo sugerido por uma aluna do 2º TPA: Dior
Aguardamos sugestões.
A cria está disposta a receber visitas. Não deixe de a visitar.
Fernando Neves
Para mais informações sobre a genealogia dos pais podem consultar os seguintes site:
http://www.snc.pt/home.htm e digital o nome do cavalo e sigla do criador
ou
http://www.allbreedpedigree.com/vidrada
e
http://www.allbreedpedigree.com/ofertada
e também no site do centro hípico (em remodelação)
http://www.centrohipico.epadrv.edu.pt
Pedimos mais uma vez a sugestão de todos para lhe dar um nome que obedece às seguintes regras:
1º – Cada ano corresponde a uma letra e este ano temos a letra D;
2º – A inicial do pai de ser a primeira letra da segunda sílaba e o pai chama-se OFERTADA, portanto a letra O;
D......o......
Exemplo sugerido por uma aluna do 2º TPA: Dior
Aguardamos sugestões.
A cria está disposta a receber visitas. Não deixe de a visitar.
Fernando Neves
24 de janeiro de 2008
Nasceu a 1ª Cria de 2008
Nasceu a primeira cria deste ano no Centro Hípico da EPADRV. Uma fêmea de pelagem baia filha de uma das nossas reprodutoras lusitana TRAQUINA, criador Manuel Martins Alves de Castro, sigla do criador, (MMA) e do garanhão lusitano de nome OFERTADA, criador Companhia das Lezirias (CL).

Genealogia no quadro seguinte:
Como nasceu ao ar livre, temos por hábito levar as éguas e as crias para as boxes, durante 4 ou 5 dias, para assim, poder evitar eventuais ataques das raposas e outros animais, como também para as proteger do frio nesta época do ano e para que as crias ganhem mais defesas nos primeiros dias. Estando nas boxes também é mais fácil para nós controlarmos se a cria está a mamar bem, a defecar e estar com atenção às diversas reacções e comportamentos nos primeiros dias.
A cria foi levada para a boxe com a ajuda dos alunos de Jardinagem e dos alunos do 2º ano TPA, que de imediato se prontificaram para ajudar nas diversas tarefas. Verificámos que a cria ainda não tinha mamado e que já tinha nascido a algumas horas porque já estava seca e a mãe estava muito impaciente porque a poldra não conseguia mamar. Várias razões podem acontecer para a cria não conseguir mamar: os tetos estarem entupidos ou com sujidade e o leite não sair, a cria não se equilibrar, não conseguir por outras razões. Assim com o auxilio de um aluno ensinámos a poldra a mamar, tarefa que tem que ser executada com paciência e cuidado.
Após ter mamado verificamos se teria fezes duras na zona final dos intestinos, situação vulgar acontecer, pois essas fezes são muito pegajosas e duras. Situação que provoca dor e as crias não conseguindo defecar, poderão morrer.
Antes de almoço foi a vez do 3º Ano TPA e aí a cria já estava a conseguir mamar sozinha.Após a dificil mamada a poldra deitou-se para descansar quando aproveitámos para tirar uma foto para publicar.
Pedimos a sugestão de todos para lhe dar um nome que obedece às seguintes regras:
1º – Cada ano corresponde a uma letra e este ano temos a letra D;
2º – A inicial do pai deve ser a primeira letra da segunda sílaba e o pai chama-se OFERTADA, portanto a letra O;
D......o......
Exemplo sugerido por uma aluna do 3º TPA: Dior
Aguardamos sugestões.
A cria está disposta a receber visitas. Não deixe de a visitar.
por Fernando Neves
2º – A inicial do pai deve ser a primeira letra da segunda sílaba e o pai chama-se OFERTADA, portanto a letra O;
D......o......
Exemplo sugerido por uma aluna do 3º TPA: Dior
Aguardamos sugestões.
A cria está disposta a receber visitas. Não deixe de a visitar.
por Fernando Neves
Coastwatch-Europe e as Comunidades Ribeirinhas
Professores Intervenientes: Dina Ribau, Liliana Santos, Ana Martins, Leopoldina Aires, Miguel Sá
Data: 22 de Janeiro de 2008
Participantes: 2º TAR: Solange, Marta, Patrícia Matos; 2º TPA.: Nasser, Elglynnes, Pavlow; 3º T.P.A.: Cláudio, Hugo, Jorge, Sidónio ; Cef de Jardinagem: Christian, David.
No dia 22 de Janeiro pelas onze horas da manhã, a equipa de voluntários deste projecto deslocou-se até à praia do Areão, local onde se iniciou a monitorização das 10 unidades correspondentes ao troço de mar.
É de salientar a grande quantidade de lixo encontrada ao longo do percurso (5 Km), nomeadamente, plásticos, vidros, pneus, bóias e animais mortos em estado avançado de decomposição (um golfinho e um cachalote).
É de referir, ainda, que a actividade decorreu num ambiente de colaboração e entreajuda dos intervenientes, sendo de destacar também o espírito de iniciativa dos mesmos.
No final do percurso, encontrava-se uma repórter da RDP que fez uma entrevista a alguns alunos da nossa escola e à coordenadora do projecto – dra Lurdes Soares, do GEOTA.
«Felizes e contentes», hoje dia 23 o percurso foi outro: a ria, itinerário um pouco mais difícil, mas com belas paisagens e um espírito de equipa fantástico.
A actividade está prestes a ser concluída. Ficou a promessa de amanhã, dia 24, se medirem os nitratos da água.
Resta realçar o papel preponderante do Comandante dos Bombeiros, e professor da EPADRV, Miguel Sá, cuja dinâmica incutiu sempre um verdadeiro ânimo durante os trabalhos.
Data: 22 de Janeiro de 2008
Participantes: 2º TAR: Solange, Marta, Patrícia Matos; 2º TPA.: Nasser, Elglynnes, Pavlow; 3º T.P.A.: Cláudio, Hugo, Jorge, Sidónio ; Cef de Jardinagem: Christian, David.
No dia 22 de Janeiro pelas onze horas da manhã, a equipa de voluntários deste projecto deslocou-se até à praia do Areão, local onde se iniciou a monitorização das 10 unidades correspondentes ao troço de mar.
É de salientar a grande quantidade de lixo encontrada ao longo do percurso (5 Km), nomeadamente, plásticos, vidros, pneus, bóias e animais mortos em estado avançado de decomposição (um golfinho e um cachalote).
É de referir, ainda, que a actividade decorreu num ambiente de colaboração e entreajuda dos intervenientes, sendo de destacar também o espírito de iniciativa dos mesmos.
No final do percurso, encontrava-se uma repórter da RDP que fez uma entrevista a alguns alunos da nossa escola e à coordenadora do projecto – dra Lurdes Soares, do GEOTA.
«Felizes e contentes», hoje dia 23 o percurso foi outro: a ria, itinerário um pouco mais difícil, mas com belas paisagens e um espírito de equipa fantástico.
A actividade está prestes a ser concluída. Ficou a promessa de amanhã, dia 24, se medirem os nitratos da água.
Resta realçar o papel preponderante do Comandante dos Bombeiros, e professor da EPADRV, Miguel Sá, cuja dinâmica incutiu sempre um verdadeiro ânimo durante os trabalhos.
por Dina Ribau Teixeira
20 de janeiro de 2008
Visita de Estudo a Lisboa
Recordando alguns momentos passados em Lisboa…
Depois de nos termos levantado bem cedinho, só queríamos era aproveitar Lisboa ao máximo. Quando chegámos a Belém, fomos visitar o Museu Berardo, onde fizemos uma visita guiada àquele museu maravilhoso, aquilo sim era ARTE !
Em seguida, fomos todos almoçar, fazer umas comprinhas ao Vasco da Gama onde alguns aproveitaram as horas que tinham para passear… Depois de almoço chegou o grande momento que alguns esperavam: conhecer a BTL! Parecia um mundo! Tinha 4 pavilhões todos com as suas divisões, vimos de tudo um pouco… Os nossos pés já pediam descanso de tantas horas que andámos…Se nos perguntarem o que achámos da visita de estudo, sei que todos irão dizer que gostaram, foi algo muito único e espectacular.
Chegou a hora de virmos embora… chegámos ao autocarro e foi a animação total, já muito exaustos, mas sempre a fazer uma grande animação!
Inês Rodrigues (1.º Restauração)
Depois de nos termos levantado bem cedinho, só queríamos era aproveitar Lisboa ao máximo. Quando chegámos a Belém, fomos visitar o Museu Berardo, onde fizemos uma visita guiada àquele museu maravilhoso, aquilo sim era ARTE !
Em seguida, fomos todos almoçar, fazer umas comprinhas ao Vasco da Gama onde alguns aproveitaram as horas que tinham para passear… Depois de almoço chegou o grande momento que alguns esperavam: conhecer a BTL! Parecia um mundo! Tinha 4 pavilhões todos com as suas divisões, vimos de tudo um pouco… Os nossos pés já pediam descanso de tantas horas que andámos…Se nos perguntarem o que achámos da visita de estudo, sei que todos irão dizer que gostaram, foi algo muito único e espectacular.
Chegou a hora de virmos embora… chegámos ao autocarro e foi a animação total, já muito exaustos, mas sempre a fazer uma grande animação!
Inês Rodrigues (1.º Restauração)
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